quinta-feira, 19 de março de 2009

A AUTO-ESTIMA E O RENDIMENTO PROFISSIONAL

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Atenção Gestores!!!...é muito importante motivar seus funcionários.


Nos últimos tempos, muito se fala sobre auto-estima. Em geral, o termo é usado para relacionamentos e satisfação pessoal. A baixa auto-estima afeta também a produtividade no trabalho. Quem está insatisfeito consigo mesmo e com aquilo que executa não se envolve tanto com seus afazeres profissionais. A relação direta disso com os níveis de estresse também tem sido demonstrada. Mais do que impressões ou intuição, pesquisa feita na Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, Ilhas Fiji, França e Hong Kong mostrou que o brasileiro é, sim, um otimista, mas, em contrapartida, é o segundo mais estressado, o sexto com menor autocontrole e o que tem auto-estima mais baixa. O estudo envolveu 780 profissionais de empresas de médio porte e, por aqui, foi coordenado pela ISMA-BR (International Stress Management Association), associação que estuda o estresse e suas formas de prevenção. A pesquisa é um retrato de que o profissional, que não se gosta e não se sente competent
e para executar suas tarefas, prejudica o trabalho de equipe e a obtenção dos objetivos corporativos.

A boa notícia é que dá para mudar isso, mas essa mudança envolve um esforço, que deveria ser uma constante, entre empresas e colaboradores. As corporações precisam investir não apenas em eficientes - e contínuos - programas de qualidade de vida no trabalho como também em treinamentos que exercitem a autoconfiança e fortaleçam a auto-estima. Atitudes como esta já são tendência nos Estados Unidos e na Europa. Nesses países já se percebeu que investir no bem-estar dos colaboradores é uma decisão pra lá de competitiva.

Nos Estados Unidos, o estresse profissional custa, anualmente, U$ 300 bilhões às empresas e, na União Européia, os custos com problemas de saúde decorrentes do estresse consomem de 3% a 4% do seu produto interno bruto. No Brasil, pesquisas da ISMA-BR indicam que 70% dos brasileiros sofrem de estresse profissional e que 30% atingiram o nível mais devastador de estresse, chamado de burnout. Esse desgaste físico e emocional sinaliza que os recursos internos das pessoas são insuficientes para lidar com as situações estressantes. E isso afeta, diretamente, o sistema imunológico, gerando ansiedade, depressão, fadiga, alienação. Além de causar a deterioração dos relacionamentos, conflitos interpe
ssoais, alta rotatividade nas empresas, absenteísmo e diminuição da qualidade e da produtividade no trabalho.

E, fora dos limites corporativos, cada um pode - e deve - ser responsável pelo seu bem-estar. Ter uma atividade física, de relaxamento, viajar, reservar espaço na agenda para curtir os filhos, amigos e a família faz parte deste pacote. Lembre-se: a auto-estima, o otimismo e o controle são considerados os principais recursos para o gerenciamento do estresse. De bem com você, será mais fácil lidar com as pressões e o excesso de demandas no trabalho.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Mobilidade em alta


O impulso do IPHONE-O Aparelho cria oportunidades para desenvolvedores.
A chegada do Iphone, da apple, em setembro de 2008, gerou oportunidades no mundo "móvel". A Apple incentivou os desenvolverdores a criar softwares para Iphone e as concorrentes Nokia e Blackberry seguiram o exemplo. Grandes companhias, como bancos, começam a adaptar seus sites para os aparelhos. "Isso gerou oportunidadespara profissionais autônomos e pequenas empresas de softwares", diz Nick Jonas, analista do Gartner Froup, consultoria de tecnologia de tecnologia. Um emxemplo é a Granfikonstruct, de design digital em São Paulo, cuja demanda por conteúdo móvel cresceu 30% em 2008. "Procuramos gente que conheça as linguagens de progamação mais atuais" diz Rodrigo Teco, diretor da empresa.



O uso de smartphones cresce rapidamente no Brasil e cria vagas para executivos e especialistas em softwares e conteúdos móveis.

A Spring Wireless, de São Paulo, é uma das líderes mundias em softwares móveis para grandes corporações> Entre seus clientes estão gigantes como InBev, Grupo Santander e Nestlé. A empresa, fundada em 2001, tem 600 funcionários em quatro continentes e registrou faturamento de 95 milhões de dólares em 2008. Ela é ícone de um mercado que cresce rapidamente e que vai gerar oportunidades de trabalho neste ano: o de produtos e serviços para comunicação móvel. Em dezembro, a Spring inaugurou dois escritórios na Asia e vai abrir um terceiro por lá em março. "Estamos contratando cerva de dez funcionários todo mês, de desenvolvedores de softwarez a genretes de contas, com possibilidade de carreira internacional", diz o presidente, Marcelo Condé. Há vagas para técnicos, engenheiros, e administradores. Segundo a empresa recrutamento Michael Page, com sede em São Paulo, os salários para os gestores nessa área estao acima da média do mercado, variando de R$ 10.000,00 a R$ 16.000,00. "Esse profissional tem que conehcer e monistorar de perto o comportamento dos usuários da tecnologia, para identificar padrões e opotunidades", diz Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI.
O Paulista Açexandre Abujamra, de 34 anos, assumiu o cargo de diretor de contas da Spring há poucos meses. Ele era sócio da Okto, empresa especializada em marketing e serviços interativos para celular, que foi comprada pela Spring em agosto do ano passado. Formado em Direito, Alexandre optou por fazer carreira em tecnologia e desde 2000 trabalha com o desenvolvimento de softwares para telefonia móvel. Foi gerente da multinacional Tiaxa, de serviços para celular, e trabalhou por três anos nos Estados Unidos. Quando a empresa americana encerrou suas operações no Brasil, em 2003 , a unidade no país foi assumida por Alexandre e outros trêes funcionários, que a transfomaram mais tarde na Okto. Hoje sua tarefa é oferecer produtos e serviços para comporações. "Nesse mercado, é necessário entender dos processos do cliente para conseguir vender."

O CONSUMO CRESCE
O mercado corporativo é o grande vilão, mas o consumidor comum também empolga as empresas, pela perspectiva de crescimento do segmento. Há no Brasil 2,8 milhões de aparelhos compatíveis com a tecnologia 3G, que permite baixar dados e navegar na internet em alta velocidade. Esse número dobrou junho a dezembro do ano passado. "Há uma migração dos consumidores de celulares comuns para smartphones, diz Vininicius Caetano, analista de telecomunicações do IDC, consultoria de tecnologia em São Paulo. Os smartphones abrem espaço para fabricantes de software e enoresas que criam serviços para o consumidor. " Essas empresas estão investindo para convencer o consumidor de que o telefone é muito mais do que voz", diz Vinicius. Por isso, muitos fabricantes de software tem procurando profssionais de Marketing, vendas e desenvolvimento de produtos.
No mês passado, a Research In Motion, fabricante de Blackberry, anunciou a contratação de três executivos de marketing para atuar em persquisa de mercado, relacionamento com operadoras e com meio corporativo. A chinesa ZTE, com 400 funcionários no Brasil, planeja este ano ampliar o quadro em 15%. A empresa tirou da concorrente HTC o diretor comerciaç André Portes Gomes de 24 anos. "A indústria valoriza quem tem um bom trãnsito nas operadoras, entre técnicos e executivos". diz André Gomes.